Prepare-se para os dias 3 a 7 de setembro.
Começe a formar a sua caravana para o evento missionário mais aguardado do ano!

 
Home  |  Quem Somos  |  Programa Paixão pelas Almas
 
Passe o mouse sobre os links ou botões para ver sua descrição.
   
 
 

CANAIS

:: PÁGINA INICIAL
:: Bíblia Sagrada Online
:: Blog Sementes na Terra
:: Brasil
:: CONGRESSO MISSIONRIO
:: Contribuir
:: Curso
:: Divulgue SEMIPA.org
:: Especiais
:: Estudos Bíblicos
:: Galeria de Fotos
:: Jornal
:: Loja Virtual SEMIPA
:: Projetos de SEMIPA
:: Religiões
:: Testes
:: Trocando Sementes
:: Vede os Campos

VIVER EM CRISTO

:: Conheça Jesus
:: O plano de salvação

 

 

 

O sustento do missionrio

Esequias Soares

Extrado da Revista "Lies Bblicas"
Jovens e Adultos - Lies do 3o. trimestre de 2000
CPAD - Casa Publicadora das Assemblias de Deus

Existem trs modos de nos envolvermos com a obra de misses: primeiro, indo ao campo missionrio; segundo, orando por aqueles que esto no campo; terceiro, sustentando o obreiro financeiramente.Todo o crente precisa, desde cedo, compreender o que a Bblia ensina sobre a mordomia. Ns somos mordomos de Deus, ou seja, administradores de seus bens. Tudo o que existe no mundo pertence a Ele: Do Senhor a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam (Sl 24.1). Deste modo, o corpo, a mente, o tempo, os talentos, os servios, o dinheiro, as propriedades tudo pertence a Deus. Quando nos dispomos a cooperar financeiramente com a sua obra, estamos simplesmente devolvendo-Lhe parte do que dEle recebemos.Deus recebe a oferta que oferecemos aos missionrios, e se compromete abenoar-nos e suprir todas as nossas necessidades. As misses so sustentadas exclusivamente com as nossas contribuies. Se no contribuirmos, o Reino de Deus sofrer.

A Bblia nos ensina que aqueles que com sinceridade se dedicam proclamao da Palavra de Deus devem ser sustentados pelo que, desse trabalho, recebem bnos espirituais: O que instrudo na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui (Gl 6.6).
Exemplos:
1) No atars a boca ao boi, quando trilhar (Dt 25.4).
2) Digno o operrio do seu alimento (Mt 10.10).
3) Digno o obreiro do seu salrio (Lc 10.7).
4) No ligars a boca ao boi que debulha. E: Digno o obreiro do seu salrio (1Tm 5.18).

INTRODUO

Os missionrios e os obreiros em geral so sustentados financeiramente pela igreja. A fonte ou origem desses recursos a prpria igreja. Foi Deus quem estabeleceu que o crente contribusse para que o seu povo tenha os recursos suficientes para a expanso do evangelho e manuteno da obra do Senhor. sobre isso que vamos estudar hoje.

I. DZIMOS E OFERTAS

1. Dzimos. O dzimo a dcima parte da renda de uma pessoa. luz de 1 Co 16.2 a contribuio financeira mnima que o crente deve oferecer para a obra de Deus. J existia antes da lei (Gn 14.20; 28.22); institudo por Moiss na lei (Lv 27.30; Dt 14.22). O povo devia levar para os levitas e sacerdotes, pois no tiveram possesso da terra (Nm 18.21-24; Hb 7.5), para que haja mantimento na Casa de Deus (Ml 3.10). Eles, por sua vez, pagavam deles os dzimos dos dzimos (Nm 18.26). O Senhor Jesus manteve os dzimos na Nova Aliana (Mt 23.23).

2. Ofertas aladas. Alm dos dzimos havia tambm as ofertas aladas para fins especficos, como na construo do tabernculo, no deserto (x 25.2). Convm lembrar que oferta alada no o mesmo que dzimo (Ml 3.10). Ambos so bblicos e atuais, mas so diferentes. As ofertas aladas so espordicas, principalmente para construo de templos. Os dzimos so contnuos. O culto ao Deus verdadeiro, conforme encontramos em toda a Bblia, constitui-se dos elementos: orao, leitura das Escrituras, pregao ou testemunho, cnticos e ofertas.

3. Os mtodos de Deus. Para a construo do tabernculo Moiss precisava dessas ofertas aladas, de um povo pobre que vivia pela misericrdia de Deus, do man. Davi, para construir o templo de Jerusalm, deu uma oferta de cento e cinco toneladas de ouro, sem contar a prata (1 Cr 29.3,4), considerando-se um talento equivalente a 35 quilos segundo as tabelas de converses de pesos e medidas. O rei Davi, no entanto, fez um apelo para quem quisesse contribuir para a Casa de Deus (1 Cr 29.5). Nos versculos seguintes ficamos sabendo que o povo contribuiu voluntariamente e com alegria.

4. Deus quer que seus filhos participem dos projetos divinos. Moiss no dispunha de recursos para a construo do tabernculo e por isso levantou do povo uma oferta alada. Entretanto, o rei Davi j dispunha dos recursos para a construo do Templo de Jerusalm. Por que convidou ele o povo para ofertar? O mtodo de Deus, porm, diferente do nosso. A vontade de Deus que seus filhos participem de seus projetos. Aqui j no questo de necessidade. Deus dono do cu e da terra (Gn 14.19; Sl 24.1), do ouro e da prata (Ag 2.8), mas Ele conta com nossa participao. Deus abenoa o povo para que seus filhos possam contribuir para a sua obra.

II. BASES BBLICAS PARA O SUSTENTO DO MISSIONRIO

1. A igreja de Corinto no era generosa. Os irmos da igreja de Corinto eram insensveis s necessidades do apstolo. Outras igrejas sustentaram Paulo para que o mesmo pudesse servir aos corntios (2 Co 11.8). Depois que o apstolo deixou a cidade, apresentou a sua defesa. Partindo de um raciocnio lgico, quem jamais milita sua prpria custa? (v.7), ele busca no sistema sacerdotal, estabelecido na lei de Moiss, o argumento para fundamentar essa verdade (1 Co 9.9,10), e tambm nas palavras do prprio Senhor Jesus (1 Co 9.14). Essa uma referncia a Mt 10.10; Lc 10.7, como ele deixa mais claro em outro lugar (1 Tm 5.17,18).

2. Fazedores de tendas. Na cultura judaica era comum os pais ensinarem ao filho uma profisso alternativa; a de Paulo era a de fazer tendas (At 18.3). Utilizou-se dela para levantar seu sustento, pois temia escandalizar os irmos e no queria correr o risco de ser interpretado como aventureiro, em Corinto. Hoje, fazedores de tendas o nome que se d aos profissionais liberais que so enviados como voluntrios para prestarem servios sociais s populaes carentes nos pases onde ser cristo ainda crime. um recurso usado para colocar legalmente um missionrio num pas desses; do contrrio, ele nunca poderia ser aceito.

3. A igreja de Filipos era generosa. A igreja de Corinto no era como a dos filipenses (Fp 4.15-19). Nenhuma igreja se preocupou com as necessidades do apstolo, exceto a igreja de Filipos. Enviava oferta na hora em que ele mais precisava. Paulo agradecia a Deus essas ofertas como cheiro de suavidade e aprazvel a Deus (Fp 4.16,18). dessa mesma maneira que ainda hoje Deus recebe a oferta que voc oferece para o sustento missionrio. Alm disso voc tem a garantia de que o Senhor suprir todas as suas necessidades (4.19).

III. COMO APOIAR OS MISSIONRIOS

1. O papel da igreja. Sos os crentes que apiam os missionrios com suas contribuies, atravs da secretaria ou departamento de misses da igreja. A igreja ora, intercedendo por eles, e acompanha o seu trabalho atravs de relatrios escritos e tambm por meio de testemunhos de outros que visitam o missionrio no campo. Esses responsveis pelo sustento e pelo apoio espiritual devem entender tambm que fora do seu convvio a situao muito diferente. Se no houver essa confiana, corre o risco de o trabalho no campo ficar travado.

2. Apoio aos missionrios. O sustento missionrio inclui alimento, vesturio, moradia, educao e sade dele e da esposa e filhos. necessrio um estudo sobre o padro de vida do pas para onde vai ser enviado o missionrio, a fim de que a igreja possa enviar o suficiente para o sustento dele. Nem sempre as igrejas tm acesso a essas informaes, por isso existem inmeras agncias missionrias interdenominacionais, espalhadas no Brasil e em todo o mundo, com o propsito de orientar as igrejas.

CONCLUSO

Nossos dzimos e ofertas so uma maneira de reconhecermos a soberania de Deus em nossa vida. A vontade de Deus a salvao dos perdidos da terra (1 Tm 2.4). Para que essa meta seja alcanada, Deus conta com cada um de seus filhos, com todos os seus dons e talentos. O nosso apoio aos missionrios deve ser a orao, contribuio atravs da igreja ou de sua secretaria ou departamento de misses, contato com eles por carta, telefone, Internet, etc.

 

 






Veja a primeira página da edição de
MARO / ABRIL

ASSINE AGORA O JORNAL PAIXÃO PELAS ALMAS


Serviços

QUEM SOMOS
Nossa história
Em que cremos
Nosso objetivo
Onde atuamos
Por que missões?

CENTRAL DE ATENDIMENTO
Saiba como dar início e fazer funcionar uma secretaria de missões em sua igreja
Fale conosco

Tempo

TEMPO E TEMPERATURA

www.semipa.org.br
SEMEADORES MISSIONÁRIOS COM PAIXÃO PELAS ALMAS