Prepare-se para os dias 3 a 7 de setembro.
Começe a formar a sua caravana para o evento missionário mais aguardado do ano!

 
Home  |  Quem Somos  |  Programa Paixão pelas Almas
 
Passe o mouse sobre os links ou botões para ver sua descrição.
   
 
 

CANAIS

:: PÁGINA INICIAL
:: Bíblia Sagrada Online
:: Blog Sementes na Terra
:: Brasil
:: CONGRESSO MISSIONRIO
:: Contribuir
:: Curso
:: Divulgue SEMIPA.org
:: Especiais
:: Estudos Bíblicos
:: Galeria de Fotos
:: Jornal
:: Loja Virtual SEMIPA
:: Projetos de SEMIPA
:: Religiões
:: Testes
:: Trocando Sementes
:: Vede os Campos

VIVER EM CRISTO

:: Conheça Jesus
:: O plano de salvação

 

 

 

Atos, o livro das misses

Esequias Soares

Extrado da Revista "Lies Bblicas"
Jovens e Adultos - Lies do 3o. trimestre de 2000
CPAD - Casa Publicadora das Assemblias de Deus

O livro de Atos dos Apstolos nos apresenta o enraizamento e a expanso do evangelho nos primrdios da cristandade: comea com a ascenso de Jesus aos cus e a divulgao do evangelho  a partir de Jerusalm, chegando finalmente a Roma, onde o livro termina.

A despeito das perseguies, os novos discpulos testemunhavam todos os dias, no cessavam de ensinar e anunciar a Jesus Cristo: nas ruas, nas casas, nas vilas, cidades, ensinando e proclamando intensamente o evangelho. Todos, indistintamente, estavam empenhados em organizar novas igrejas, obedecendo a um plano de avano missionrio. E hoje, o que estamos fazendo em prol da evangelizao local e universal?

O livro dos Atos dos Apstolos foi, evidentemente, designado por Deus como guia e paradigma do esforo missionrio para todas as geraes.

H exemplos de toda experincia e de todas as circunstncias que envolvem os obreiros de Cristo. O livro no termina com uma histria completa. A narrativa interrompida de maneira abrupta, deixando Paulo em Roma, a maior metrpole do mundo, pregando o Reino de Deus e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum. 

Apta concluso, pois a obra ficou inacabada e as atividades dos missionrios continuariam at consumao dos sculos.

INTRODUO

Dos 66 livros da Bblia, Atos o que mais se destaca na obra missionria, pois registra misses por todos os ngulos, mostrando todas as possveis atividades de um missionrio. O poder do Esprito Santo, a obra da evangelizao e as viagens missionrias do apstolo Paulo so o contedo de Atos. Essas viagens so o assunto que vamos estudar hoje.

I. O LIVRO DE ATOS

1. O propsito de Atos. O propsito de Lucas, em seu Evangelho, foi escrever tudo o que Jesus comeou no s a fazer, mas a ensinar (v.1). No livro de Atos, o propsito foi registrar o que Jesus continuou a fazer e a ensinar, agora, pelo Esprito Santo, atravs dos apstolos, dando nfase a ressurreio de Jesus, que se apresentou vivo, com muitas e infalveis provas (v.3).

2. Viso geral de Atos. O livro de Atos comea com o aparecimento de Jesus j ressuscitado, reunindo-se com os seus discpulos durante 40 dias. Jesus, ao ascender ao cu reafirma a promessa do Esprito Santo, a fim de que os seus discpulos se encham do poder de Deus para pregar e fazer misses. A trajetria da Igreja comea em Jerusalm (1.16.7); em seguida, temos a extenso do Cristianismo na Palestina (6.89.31) e converso de Saulo de Tarso at a introduo do evangelho em Antioquia da Sria (9.111.19). Depois vem a campanha de Paulo na Galcia (13.1416.6); a proclamao do evangelho na Europa (At 16.818.18); e a chegada de Paulo a Roma, a capital do Imprio Romano (19.2128.31).

3. O valor de Atos. Sem o livro de Atos impossvel entender as epstolas paulinas. A origem da Igreja estaria envolta em mistrio, e no teramos a garantia do cumprimento das promessas de Jesus sobre a vinda do Consolador e nem saberamos qual a experincia dos apstolos com o Esprito Santo, como foi a obra missionria, como a Igreja se expandiu pelo mundo. Essas narrativas so de inestimvel valor para todas as geraes de  cristos.

II. A PRIMEIRA VIAGEM

1. Partindo de Antioquia. Barnab foi o companheiro de Paulo na sua primeira viagem missionria, que durou cerca de dois anos (entre 46 e 48 d.C.) O objetivo deles era fundar igrejas. Comearam na ilha de Chipre; logo entraram no continente, passando por Perge e Panflia, indo imediatamente para Antioquia da Pisdia, na Galcia do Sul.

2. Antioquia da Pisdia. Nessa cidade Paulo e Barnab comearam a pregar numa sinagoga (13.14). Uns creram e receberam a palavra, insistindo que Paulo retornasse no sbado seguinte para continuar o assunto. O nmero dos assistentes foi grande no sbado seguinte, e isso causou inveja nos judeus, resultando em perseguio. Paulo e Barnab foram expulsos da cidade (13.42-46).

3. Listra, Icnio e Derbe. A cura de um coxo em Listra serviu como ponto de apoio para a pregao do evangelho (14.8-10). Depois disso Paulo e Barnab foram para Derbe (14.20), e retornaram para o ponto de partida, visitando as igrejas em Listra, Icnio e Antioquia da Pisdia (14.22) e estabelecendo obreiros nativos, frutos do trabalho missionrio.

III. A SEGUNDA VIAGEM

1. Objetivo da segunda viagem. Na Segunda viagem, Silas foi companheiro de Paulo. O objetivo era duplo, revisitar as igrejas da Galcia do Sul, que Paulo fundara juntamente com Barnab na primeira viagem (15.36; 16.1-6; Gl 1.2), e abrir novas frentes de trabalho, ou seja, fundar mais igrejas locais (v.6). O apstolo no pretendia ir para a Europa; sua inteno era ir para sia: foram impedidos pelo Esprito Santo de anunciar a Palavra na sia (16.6). Depois Paulo intentou ir para a Bitnia, mas novamente foi impedido (16.7), sendo em seguida impulsionado a rumar para  Tras.

2. As igrejas europias. O apstolo Paulo visitou muitas cidades europias do mundo grego, durante a sua segunda viagem. Aqui mencionamos apenas as cidades em que ele fundou igrejas. Em Filipos, comeou a igreja na casa de Ldia (16.14,15,40); em Tessalnica, comeou pregando numa sinagoga (17.1,2) e da mesma forma em Beria (17.10-12). Em Atenas o trabalho comeou numa sinagoga, e depois continuou nas praas e no centro acadmico da cidade, o arepago (17.17-19). Em Corinto teve incio na sinagoga, como sempre, depois teve de sair dela, e foi para a casa de Tito Justo, recebendo apoio de Crispo, principal da sinagoga, que creu no Senhor Jesus (18.4-8). Essa viagem durou cerca de trs anos (entre 49 e 52 d.C.).

IV. TERCEIRA E QUARTA VIAGENS

1. A igreja de feso. Seu propsito era visitar as igrejas para confirmar e fortalecer os discpulos (At 18.22,23). Fez o mesmo caminho da segunda viagem: Galcia do Sul, regio frgio-glata, chegando a feso, onde havia estado no fim de sua segunda viagem, ainda que tenha permanecido no mais que trs dias na cidade (18.19-21). Na terceira viagem encontrou um grupo de 12 novos convertidos, que conheciam apenas o batismo de Joo (19.1-7). Por essa cidade havia passado Apolo (18.24) que fora instrudo por qila (18.26). Nessa oportunidade, o apstolo ficou trs anos na cidade (20.31). A viagem durou cerca de quatro anos (entre 53 e 57 d.C.).

2. A cidade de feso. Capital da provncia romana da sia, era a cidade mais importante da regio e cruzamento de rotas comerciais. Nela estava o templo da deusa Diana (19.35), chamada pelos romanos de rtemis, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Atualmente a cidade est em runas, e encontra-se localizada na regio da Anatlia, Turquia.

3. A viagem para Roma. Paulo partiu de Cesaria Martima como prisioneiro, pois havia apelado para Csar (At 25.11; 26.32). Foi uma viagem muito conturbada, por causa do mau tempo, e o apstolo no perdeu a oportunidade: evangelizou os demais presos e a tripulao do navio que, em Malta, naufragou. Apesar dos danos materiais, ningum pereceu. Nessa ilha, o apstolo fundou uma igreja. Depois embarcou para Roma, onde chegaria em 62 d.C. A viagem est registrada em Atos 27 e 28.

4. Paulo em Roma. Enquanto aguardava a audincia com Nero, o apstolo atendia os irmos em casa alugada (At 28.30). A histria de Paulo no termina aqui. O que se sabe, alm da interrupo que Lucas faz de sua narrativa, so alguns detalhes que o apstolo d em suas cartas ou ento por intermdio dos escritos dos Pais da Igreja. Seu caso foi examinado e ele foi absolvido. Nessa ocasio, se diz que ele cumpriu seu desejo de pregar na Espanha (Rm 15.28). Nas redondezas de Roma, fez um grande trabalho.

V. MISSES MUNDIAIS

1. O campo missionrio o mundo. Jesus disse: o campo o mundo (Mt 13.38). Ele no disse que o campo Jerusalm, nem a Judia, nem Roma, nem minha cidade e a tua. Infelizmente h ainda os que pensam que o campo a sua cidade e por isso mostram-se no somente apticos s misses, mas tambm posicionam-se contra elas. Outros no so contra, mas no se esforam, so acomodados. dever de cada crente incentivar misses, orar pelos missionrios e pelos que esto sendo enviados e contribuir financeiramente para o sustento dos missionrios.

2. Tanto em Jerusalm como em toda a Judia (v.8). Jesus no disse para primeiro pregar em Jerusalm, depois na Judia, depois em Samaria e s ento ser testemunha at os confins da terra, mas mandou pregar tanto em Jerusalm como em toda Judia, Samaria e at os confins da terra. Isso fala de simultaneidade, do contrrio o evangelho estaria ainda em Israel, confinado entre os judeus, pois Jesus mesmo disse: porque em verdade vos digo que no acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do Homem (Mt 10.23).

CONCLUSO

Como resultado das viagens de Paulo, surgiram igrejas na sia e Europa, e com elas apareceram as epstolas, que ocupam um tero do Novo Testamento, e o Cristianismo se tornou universal. Em Atos, portanto, esto registradas as viagens missionrias mais importantes da histria do Cristianismo. a receita de misses e de todas as atividades de um missionrio. Por essas razes, de todos os livros da Bblia, Atos o livro de misses. 

 

 






Veja a primeira página da edição de
MARO / ABRIL

ASSINE AGORA O JORNAL PAIXÃO PELAS ALMAS


Serviços

QUEM SOMOS
Nossa história
Em que cremos
Nosso objetivo
Onde atuamos
Por que missões?

CENTRAL DE ATENDIMENTO
Saiba como dar início e fazer funcionar uma secretaria de missões em sua igreja
Fale conosco

Tempo

TEMPO E TEMPERATURA

www.semipa.org.br
SEMEADORES MISSIONÁRIOS COM PAIXÃO PELAS ALMAS