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Verdades e mentiras sobre o Natal  

Por Ana Lucia Muniz

Sempre nos meses de dezembro, com a aproximao do dia 25, surgem inmeros estudos bblicos relacionados ao tema  A Verdade sobre o Natal. Mas afinal, que verdade essa que existe sobre o Natal? Ser que algum gnio da teologia descobriu qualquer segredo guardado a sete chaves sobre o Natal?

Toda a polmica sobre a comemorao do Natal se resume nas seguintes questes: Jesus nasceu mesmo num dia 25 de dezembro? E se no nasceu, ser correto celebrar seu aniversrio natalcio nesta data? Que bases podemos ter na Bblia para comemorarmos o aniversrio de Jesus?

Natal a comemorao do nascimento de Jesus Cristo. A celebrao realizada em 25 de dezembro pelo mundo ocidental, 6 de janeiro pelos ortodoxos e 19 de janeiro pelos armnios. A princpio, por volta do ano 100 AD, o Natal era celebrado em 2 de janeiro. Desde ento, outras trs datas chegaram a ser escolhidas para o evento: 20 de maio, 18 e 19 de abril. Antes dessa festa ser transferida para o dia 25 de dezembro, em 354 AD, decretado pelo imperador Justiniano, a comemorao era realizada no dia 6 de janeiro. Entretanto, os ortodoxos no mudaram e permaneceram nessa data, at hoje.

Pleno inverno

Dois fatores apontam o nascimento de Jesus fora de qualquer dessas datas, pois o contexto de Lucas revela uma poca tpica de vero: o recenseamento determinado por Csar Augusto (Lc 2:1,2) e a presena de pastores no campo durante a noite (Lc 2:8). O sistema de recenseamento da poca exigia o deslocamento de um grande nmero de pessoas, tanto que nem sequer havia vagas nas hospedarias, de modo que pudessem abrigar Jos e Maria grvida de nove meses (Lc 2:7). Por isso, um recenseamento no era algo apropriado numa estao de inverno. O outro fator que quando Jesus nasceu, havia naquela mesma regio pastores que estavam no campo, e guardavam o seu rebanho durante a viglias da noite (Lucas 2:8). Isso nunca poderia ter acontecido na Judia no ms de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar at o dia 15 de outubro, para protege-los do frio e do clima chuvoso que se seguia. A prpria Bblia fornece evidncias, em Cantares de Salomo 2:11 e em Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estao chuvosa na Palestina, no permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite. Tudo isso sem mencionar de que em Belm, chega a nevar durante o inverno, com a temperatura caindo abaixo de zero.

O dia do Sol Invicto

O dia exato s Deus sabe. Na verdade, o dia 25 de dezembro era o Dies Natalis Invicti (Nascimento do Sol Invicto). Era comemorado em Roma o solstcio de inverno, o ltimo dia da saturnlia, festa em homenagem ao deus-sol, onde a orgia, a glutonaria e a bebedeira rolavam a revelia.

A substituio de 6 de janeiro por 25 de dezembro no quer dizer que o Natal seja uma festa paganizada, porque o feriado pago foi abolido, para dar lugar ao feriado cristo. Atualmente, querem derrubar o Natal usando como argumento que a festa s mudou de nome, mas que continua sendo a velha festividade pag, pois a mesma festa comemorada com elementos do velho paganismo - como a coroa de azevinhos, a rvore de natal, o prespio, os alimentos especiais, as msicas, o Papai Noel, etc. Porm, tal argumento absolutamente pobre. A presena de vrios desses smbolos no perodo do Natal envolve mais um aspecto decorativo do que religioso. O lendrio Papai Noel, por exemplo, nada mais do que um fruto da sociedade capitalista, onde o comrcio aproveita a data especial para acelerar as vendas e nada melhor do que a figura do bom velhinho com um saco cheio de presentes para aquecer o comrcio. A homenagem ao deus-sol tambm deixou de ser a festa de 25 de dezembro. Hoje, ningum mais se lembra da saturnlia. O deus-sol deixou de existir, Jesus Cristo tomou o seu lugar. Isso motivo para jubilarmos, pois o cristianismo prevaleceu e o paganismo foi derrotado.

Tomemos como outro exemplo o dia 31 de outubro o demonaco dia do Halloween. Suponhamos que a Pscoa uma festividade crist fosse transferida para esse dia e as futuras geraes no mais se lembrassem do 31 de outubro como o Dia das Bruxas. Ser que se isso ocorresse a Pscoa deixaria de ser uma festa crist para ser uma comemorao pag? bvio que no, pois o que vale a natureza do evento celebrado e no a data que ocorre a celebrao.

isso que ns cristos devemos comemorar, ou seja, o acontecimento, e no o dia, pois para ns, todo o dia Natal!

O aniversrio de Herodes

A crtica contra o Natal vem de muito tempo. Crenas exticas de grupos excntricos, ao longo dos sculos, condenam o Natal de Jesus Cristo, mas nunca apresentaram evidncias bblicas e histricas que justificassem suas teorias. com profunda tristeza e pesar que hoje podemos constatar que at mesmo certos pastores evanglicos agregaram-se fileira de crticos contra o Natal. Se o 25 de dezembro de origem pag, o que dizer ento do 6 de janeiro para a Europa Oriental e o 19 do mesmo ms para os armnios? Estariam praticando tambm o paganismo por causa disso? Claro que no!

Os inimigos do Natal apontam que se o Natal uma festa crist, porque os pagos comemoram tambm? Ora, o Natal uma data em que, geralmente, as emoes esto sensibilizadas e as pessoas esto mais aptas a ouvirem a mensagem do Evangelho. Talvez no exista um dia do ano to propcio para falar de Jesus to abertamente como 25 de dezembro. Se os pagos tambm o comemoram, mesmo que de uma forma um tanto errada, isso no motivo para condenar o Natal e s vem a confirmar a grandeza do evento. No podemos condenar uma festividade s porque h quem a comemore de forma contrria a Deus. Se fosse por isso, ento teramos que cancelar do calendrio todas as festas crists. Talvez seja exatamente essa a inteno do diabo e pior de tudo que ainda h quem d ouvidos.

Outro ponto de vista dos que atentam contra o Natal o ensino fraudulento de que no existe registro nas Sagradas Escrituras de algum piedoso que tenha comemorado uma data natalcia, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversrio a no ser o Fara e Herodes, que se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram. Ora, se Fara e Herodes, grandes pecadores, comemoraram seus aniversrios, o problema no est na data natalcia e sim nos aniversariantes. admirvel como certas pessoas tem a habilidade diablica para citar passagens bblicas fora do contexto. Porque ser que nessas horas os inimigos do Natal no citam a passagem do nascimento de Joo Batista, pois o anjo prometeu que haveria muita alegria no seu nascimento: E ters prazer e alegria, e muitos se alegraro no seu nascimento (Lc 1:14).

O testemunho dos anjos

verdade que em nenhum lugar da Bblia ordenado aos cristos comemorar o nascimento de Cristo, mas tambm verdade que em nenhum lugar ela o probe. Os crticos do Natal argumentam que no h na Bblia um s registro de algum que tenha comemorado o nascimento de Cristo. Ser mesmo? Essa afirmao de uma pobreza vergonhosa! Quem primeiro comemorou o Natal de Jesus Cristo foram os prprios anjos: E no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multido dos exrcitos celestiais, louvando a Deus dizendo: Glria a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens (Lc 2:13,14). Isso Natal!

Quem no ama o Natal deve comear a desconfiar de sua salvao, pois foi Satans o personagem que mais odiou o nascimento de Cristo e, em toda a histria da humanidade, sempre lutou para que este evento jamais se realizasse e ainda hoje luta para que essa data seja apagada da memria da humanidade em que nem chegue aos ouvidos de quem nunca ouviu falar de Cristo.

Que a cada dia 25, sim, 25 de dezembro, desejamos que voc tenha um feliz Natal! E jamais se esquea que o aniversariante Jesus e Ele dever ser o centro de qualquer comemorao natalina. Se isso no for assim, o dia 25 de dezembro poder ser uma festa qualquer, menos festa de Natal.

 

 

Eles no estavam na manjedoura

Muitos grupos tm algumas objees quanto aos smbolos natalinos: rvores de Natal, Papai Noel, troca de presentes, iguarias especiais e outros. compreensvel a preocupao destes grupos  se oporem a essas simbologias, que muitas vezes escondem o verdadeiro significado do Natal, esta data to importante. Quando se fala em Natal, existe a tendncia de as pessoas lembrarem logo de papai Noel, rvore de Natal, comidas especiais, presentes, menos da encarnao do Verbo Vivo. Se o significado do Natal for levado somente por estes smbolos celebrao desta data torna-se negativa em todos os seus aspectos, j que o mais importante nesta data no so os smbolos e sim o fato de que Jesus nasceu para dar vida humanidade morta em seus delitos e pecados.

O sistema capitalista tornou-se o maior divulgador dos smbolos natalinos, pois gira bilhes e bilhes em todo o mundo, fortalecendo o comrcio nesta poca do ano. Este consumo incentivado atravs da mdia e muitos outros tipos de propagandas visuais, levando a um consumo exagerado dos produtos natalinos. Pelo que podemos perceber em meio a tanto alvoroo nesse perodo do ano que as pessoas se preocupam com os smbolos de Natal, muito mais por seu aspecto decorativo do que religioso. Sendo que o consumo de alimentos especiais em datas como o Natal plenamente comum e aceitvel, e ningum ser acusado de paganismo.

Abaixo, seguem alguns smbolos natalinos e sua histria.

O PAPAI NOEL A lenda do bom velhinho foi inspirada em uma pessoa verdadeira: So Nicolau, que viveu h muitos sculos. Embora tenha sido um dos santos mais populares do catolicismo, atualmente poucas pessoas conhecem sua histria. Ele viveu em Lycia, uma provncia da plancie de Anatlia no sudeste da costa da sia Menor, onde hoje existe a Turquia. A histria diz que ele nasceu no ano de 350 e viajou ao Egito e Palestina ainda jovem, onde se tornou bispo. Durante o perodo da perseguio aos cristos pelo Imperador Dioclcio, ele foi aprisionado e solto posteriormente por Constantino, o Grande, sucessor de Dioclcio.

Sua reputao de generosidade e compaixo mais bem exemplificada na lenda, que relata como ele salvou da vida de prostituio as trs filhas de um homem pobre. Em trs ocasies diferentes o bispo arremessou, as escondidas, uma bolsa contendo ouro pela janela da casa da famlia, abastecendo desta forma, cada filha com um respeitvel dote para que pudessem conseguir um bom casamento.

So Nicolau foi escolhido como o santo patrono da Rssia e da Grcia. tambm o patrono das crianas e dos marinheiros. A transformao de So Nicolau em Papai Noel comeou na Alemanha entre as igrejas protestantes, j que, com a Reforma Protestante, o culto aos santos fora rejeitado, com isso a figura de So Nicolau como tutor e patrono fora transferida a Jesus. Todavia, sua figura do homem do Natal permaneceu.

Como o Natal transformou-se na mais famosa e popular das festas, a lenda do bom velhinho cresceu. Em 1822, Clement C. Moore escreveu o poema A Visit From St. Nicholas, retratando Papai Noel passeando em um tren puxado por oito renas, o mesmo modelo de transporte utilizado na Escandinvia. O primeiro desenho retratando a figura de Papai Noel, como conhecemos nos dias atuais, foi feito por Thomas Nast e publicado no semanrio Harpers Weekly, em 1866.

A figura do velhinho barrigudo, meigo e gentil; de barbas brancas e roupas vermelhas sendo puxado por um tren de oito renas cativante para as crianas. Porm, jamais devemos induzi-la a crer nessa lenda, pois ao faz-lo, voc estar perpetuando uma mentira. uma lenda perigosa, sobretudo para as crianas, pois pode faz-la valorizar mais o lendrio velhinho do que Jesus Cristo. Mais tarde, a inevitvel frustrao de descobrir que o Papai Noel no passava de uma mentira pode fazer uma criana sofrer problemas psicolgicos, principalmente se a sua crena no bom velhinho tiver sido muito intensa. O mais engraado que muitos pais sustentam essa mentira aos filhos durante anos, porm, costumam castigar seus filhos quando eles mentem. Quem entende?  A mentira nunca foi a melhor opo para situao alguma. A Bblia claramente contra a mentira. Por isso, apesar de Papai Noel ter sido inspirada numa pessoal real, essa histria de Papai Noel deve ser abandonada, j que sua existncia em si uma lenda e no h nenhuma relao dele com o natal.

OS CARTES DE NATAL - Acredita-se que o primeiro  carto de Natal foi confeccionado na Inglaterra em 1843 por um artista chamado John C. Horsley para um amigo, Sir Henry Cole. Neste carto estava desenhada uma famlia e as palavras A Merry Christmas and a Happy New Year to You. Esta prtica difundiu-se rapidamente por toda a Inglaterra e pases de lngua inglesa chegando depois ao resto do mundo.

COROA DE AZEVINHOS So encantadoras as coroinhas feitas de azevinhos, que um arbusto originrio da Europa. Alguns identificam o uso da coroa de azevinho com os costumes pagos de decorar as residncias, os edifcios e os lugares de culto religioso com ramagens e folhas de certas rvores, durante a Idade Mdia. A Bblia clara quanto proibio de qualquer forma de idolatria. Porm, ela no probe o uso de objetos decorativos numa casa. o que ocorre com as decoraes natalinas. Praticamente ningum enfeita rvores com luzinhas multicoloridas pensando em algum fundamento religioso. tudo muito mais uma questo decorativa de poca. Contudo, os enfeites natalinos podem se tornar to cativantes que, s vezes, acabam se transformando em tropeo na vida espiritual de muitos cristos no muito afirmados na f. Se for o caso, melhor deixar esse tipo de decorao no fundo do ba.

RVORE DE NATAL Essa da, geralmente de rvore no tem nada, pois a maioria comercivel produzida com material sinttico. A histria a mesma da coroa de azevinhos. Seja o que for, se servir de tropeo, tambm melhor deixa-la no ba. No adianta nada decorar a casa inteira s porque voc v o vizinho fazer, sendo que a razo do Natal Jesus Cristo no for nem lembrado.

- Sua relao com o paganismo 

Segundo essa teoria, a rvore de Natal, conhecida nas regies nrdicas por sempre-vivas, tem sua origem nos costumes das tribos celtas e teutnicas. Eram honradas por essas tribos pags, quando do solstcio de inverno realizavam festas para celebrar a vida eterna. Pelo fato de os pinheiros suportarem o rigoroso inverno sem perderem as folhas, essas rvores eram adoradas como sendo uma promessa do retorno do deus Sol.

 - Sua relao com a rvore da Vida 

Por estarem continuamente presentes na Bblia, as rvores de tornaram um smbolo bastante estimado no cristianismo. De Gnesis a Apocalipse encontramos registros sobre as rvores. O Livro do Gnesis fala a respeito das famosas rvores (Gn 2:9): a do conhecimento do bem e do mal (2:17) e a rvore da Vida (3:24). Nos Evangelhos, o Senhor Jesus, ao transmitir seus ensinamentos, vrias vezes fez meno delas. Como, por exemplo, a figueira (Mt 21:18-22), a videira (J 15:1-6), a oliveira, entre outras. Muitas pessoas associam a rvore da vida ao Senhor Jesus. Seria, ento, a rvore de Natal o smbolo de uma nova rvore da vida: Cristo?

 - A rvore de natal e Martinho Lutero

Segundo a tradio envolvendo Martinho Lutero, o surgimento da rvore de Natal deve-se a um ato desse reformador. Como isso aconteceu? Contam que Lutero, ao passar por um bosque, teria observado a maravilhosa beleza das estrelas no cu, que brilhavam entre os ramos dos pinheiros e, impressionado com essa extraordinria viso, ele tentou duplic-la em sua casa, acendendo velas entre os ramos de sempre-vivas.

 - A moderna rvore de natal

Tambm conhecida em algumas partes do continente europeu como rvore de Cristo, tem sua origem na Alemanha. A primeira referncia a essa rvore encontra-se em uma crnica alem (crnica de Schlettstadt) do ano 1600, aproximadamente. As famlias alems decoravam rvores com doces, frutas e papis coloridos. Esta tradio espalhou-se por toda Europa e chegou Amrica do Norte pelos colonizadores alemes e, ento, se popularizou, atingindo o mundo inteiro.

PRESPIO - A reproduo do cenrio onde Cristo nasceu um dos smbolos mais comuns no Natal nos pases catlicos: uma manjedoura, animais, pastores, os trs magos, Maria, Jos e o menino Jesus. Esse costume surgiu com So Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse o primeiro prespio. So Francisco, ento, celebrou uma missa em frente desse arranjo, inspirando devoo a todos que o assistiam. Entre a maioria das igrejas evanglicas no h esse costume, visto que o uso de imagens de personagens bblicos quase sempre associado idolatria.

- Os reis magos

A presena destes quase unnime nas figuras de Natal ou nos prespios. Mas impossvel colocar a presena deles na manjedoura, por duas razes: primeiro, Maria teve seu parto na manjedoura, mas isso no significou que ela tenha permanecido por l e no h evidncias bblicas que os Magos tenham visitado o menino Jesus minutos aps o parto. Segundo, as evidncias bblicas mostram que os trs reis magos encontraram o menino numa casa (Mt 2:11) e no na manjedoura. Alm disso, provvel que a visita dos magos se deu at 2 anos depois de Jesus ter nascido, pois essa foi a idade estabelecida por Herodes para matar todos os meninos que havia em Belm (Mt 2:26), com a inteno de eliminar Jesus. Quem esteve na manjedoura, alm de Jos, Maria e o menino Jesus - evidentemente, foram alguns pastores do campo (Lc 2:15,16).

CANES NATALINAS - As primeiras canes natalinas datam do sculo IV e so cantadas at hoje na vspera de Natal. Provavelmente, a mais majestosa de todas as canes seja o Messiah, de George Frideric Handel. E, talvez  a mais popular seja White Christmas, escrita por Irving Berlin, em 1942, para o filme Holliday Inn.

Outras famosas canes de Natal so Silent Night (composta na Austrlia por Franz Gruber, sculo 19), The First Nowell, Hark, The Herald Angels Sing, Away in a Manger, A Little Town of Bethlehem e Jingle Bells.

TROCA DE PRESENTES - Um dos costumes mais antigos associados ao Natal e tem sua origem pr-crist nos hbitos romanos. Posteriormente, as tribos germnicas da Europa, ao se converterem ao cristianismo, passaram a comemorar o Natal dessa maneira. Existem outras explicaes sobre essa prtica. Uma delas conta que So Nicolau, um annimo benfeitor, gostava de presentear as pessoas no perodo natalino. Outra tradio mais antiga lembra os trs reis magos, que entregaram ddivas a Jesus.

 

Que o seu Natal no se constitua apenas nos smbolos natalinos, mas no seu verdadeiro motivo de celebrao, que o Nascimento de Jesus. Feliz Natal!

Fonte de pesquisa:
Revista Defesa da F
,
ICP ano 4 dezembro de 2000

 

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